Uma vez eu abri uma caixinha de perguntas anônimas do insta, e então me recomendaram esse filme. Fui assistir meses depois, e essa resenha é para você, anônimo que me recomendou. Espero que não me odeie -qqq.
Eu odiei. Fim da resenha.
Brincadeiraaaa!
Visualmente falando, é o filme mais lindo que já vi. Eu achei interessante o rolê da bolha, o universo pós-apocalíptico criado é lindo! Tipo, geralmente quando a gente pensa em universos assim, a gente imagina poeira, radiação e destruição. Nesse caso, em Tóquio, que foi a cidade afetada pelo fenômeno, caramba, até destruída e inundada, essa cidade consegue ser linda! As bolhas e o bug do campo gravitacional deixam tudo mais lindo, eu amei o universo do anime. Mas… A história em geral não me cativou muito não.
Eu entendo a proposta do autor de querer passar uma mensagem de ciclo da vida e todo o rolê de que no fim tudo isso vai acabar para começar de novo. Também saquei o lance de usar a Utah para transmitir como a humanidade falha em amar e ter empatia. São lindas mensagens, mas parece que estão jogadas dentro de um filme que não sustenta muito bem isso. Poderia ter sustentado melhor, mas não teve tempo suficiente para desenvolver. E além de ter o núcleo do parkour, que serve unicamente como jogada comercial, eu entendo também que o parkour casa perfeitamente com o rolê da falha gravitacional, mas, no final, é meio que foda-se, o parkour só tá ali. E o autor não sabe se foca nisso ou se foca na relação da Utah com o Hibiki, e às vezes tenta mesclar as duas coisas e fica parecendo algo forçado.
É um filme bonito, vou lembrar pela beleza e por cenas específicas que trazem mensagens lindas! Mas, como um todo, parece que é uma grande junção de ideias promissoras que não foram amarradas de forma correta e ficou meio… Sei lá, parece que falta algo.
Agradeço a pessoa que me indicou o filme! E estou aberta a mais sugestões ^^
Comments