Reviews by sakuracardcapeta
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Assisti com minha amiga tratante que finalmente tirou um tempo para mim depois dos 500 bolos que ela tinha me dado, e acredito que ambas nos divertimos muito vendo essa boneca ChatGPT assassina infernizando a vida dos humanos. O filme é bem visionário e trouxe muito bem o tema de tecnologia e IA, e eu, honestamente, não duvido que uma M3gan possa ser criada em breve. E nem falo no sentido de ser uma boneca e afins, mas no quesito de uma IA fora de controle. Nesse filme, temos a querida atriz de Corra! e The Perfection (esqueci o nome, mas é uma nepobaby famosinha) interpretando Gemma, uma cientista muito inteligente que trabalha com tecnologia, programação e o caramba a quatro. Ela está desenvolvendo algo super inovador: uma boneca realista equipada com inteligência artificial de última geração, que pode se tornar amiga e ajudar a cuidar de crianças. Paralelamente, temos a sobrinha de Gemma, uma criança chamada Cady, que perde os pais em um acidente de carro e acaba indo morar com a tia. Cady está toda depressiva e de luto com a perda dos pais. Gemma, apesar de ter levado um esporro do chefe no trabalho ao apresentar o projeto da M3gan, decide finalizá-lo e usar a sobrinha como cobaia, assim matando dois coelhos com uma cajadada só: dando uma amiga para a sobrinha triste e apresentando o projeto ao mundo. A M3gan é assustadora, mas, ao mesmo tempo, fascinante. O fato de ela passar a maior parte do filme sem expressão alguma é perturbador, e, quando ela expressa alguma emoção, dá para ver que é algo forçado. A conexão emocional que Cady cria com a boneca é muito interessante e levanta debates sobre o futuro da IA com crianças. O dever de M3gan é cuidar, proteger e ensinar Cady, mas ela leva isso ao extremo, começando a eliminar qualquer ameaça que chegue perto da menina (se tornando uma boneca assassina). M3gan vai adquirindo cada vez mais consciência, criando planos inteligentíssimos e mirabolantes, e se auto enriquecendo de informações e conceitos, até se tornar um ser independente. Achei o final fraco, precisavam encerrar o filme e fizeram qualquer coisa. Porém, a última cena do filme é muito boa e deixa a gente com um ar de “hmmmm, ferrou.”
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Isso aqui é um grande gatilho para mim, pois eu vinculava a pessoas que não estão mais presentes na minha vida. Além disso, o anime em si já é um gatilho puro. Foi quando assisti Banana Fish que comecei a defender as coisas que gosto e mandar quem tenta me diminuir para a p*** que pariu. Quando eu era adolescente, procurava incansavelmente uma obra yaoi que tivesse a mesma vibe de No.6 (meu anime favorito), mas tudo que eu achava eram animes fetichistas ou água com açúcar em um clichê gigantesco. Então, num belo dia, vi uma notícia sobre o lançamento desse anime. Quando o primeiro episódio saiu, assisti e fiquei ARREPIADA, EUFÓRICA. Pensei: "Será que esse anime será o sucessor de No.6 no meu coração?" Fui toda animada falar sobre o anime com uma ex-amiga amarga. Já sentia que ela tinha alguns preconceitos velados, mas não levava a sério. Enquanto contava sobre o anime para ela, ela parecia interessada, mas, quando revelei que os protagonistas eram dois homens e tinham um vínculo romântico, ela mudou totalmente o tom da conversa, e logo acabou me cortando e encerrando a conversa abruptamente com um "Foda-se", isso me magoou bastante. Hoje, não somos mais amigas, graças aos céus, e ela virou uma pessoa conservadora e foi viver a vida dela. Que seja feliz, bem longe de mim. <3 Outro marco desse anime foi que tirei a bissexualidade de um guri metaleiro e rústico do armário por conta do anime. Recomendei para ele assistir, e ele ficou tipo: "Que porra é essa?" e depois voltou todo boiola: "Aiin, você é meu Eiji." Pena que essa fic não foi para frente, e o que tivemos foi uma relação extremamente tóxica. Eu realmente amava muito aquele menino, mas é preciso se valorizar e seguir em frente… Então, nesta resenha, (o começo foi mais um desabafo), eu quero desvincular a imagem e o apreço (e desapreço) que tenho por esse anime de todas as pessoas que usaram ele para me ferir de alguma forma, desejo que sejam felizes. (vão pra p*** que p). Por mais que algo possa te lembrar certas pessoas, SEMPRE é possível ressignificar e tentar ver com outros olhos :)
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Esperei tanto por esse filme, fiquei eufórica quando vi o trailer e o cartaz anunciado nos cinemas. Assisti… Ah… … QUE ÓDIO, VÉI! Uma franquia tão boa ser finalizada com um filme tão fraco e perdido… Eu idealizava MaXXXine como um filme estilo Black Swan ou Perfect Blue, em que a Maxine perderia a sanidade enquanto tenta ficar famosa, tudo isso com a ambientação dos anos 80. É… Ficou só no meu imaginário mesmo… Pois o filme é sim sobre a vida da Maxine após o massacre de X, enquanto ela tenta alcançar a fama e tal, mas, sei lá, o Ti West jogou tanta informação durante o filme que, no final, na hora de conectar as coisas, ficou algo amador, tedioso… O filme tem, sim, uma proposta boa e atuações legais, como a da própria Mia Goth como Maxine e a do ator que faz o investigador particular. Mas é um filme mediano, que não chega aos pés dos dois primeiros, os quais me trouxeram sensações únicas enquanto eu assistia. Em X, eu me diverti muito com aquele terror slasher escrachado e com a bizarrice dos vilões. Em Pearl, eu me senti como se uma bomba-relógio estivesse prestes a explodir, e o terror vinha através da ansiedade e da tensão. Em MaXXXine, eu fiquei tipo: “Tá?... Dá pra acabar logo?” O suspense não me prendia e o terror era quase inexistente. O começo do filme é ótimo, a cena do teste da Maxine é incrível, mas depois o filme só vai ladeira abaixo. Quando chega no terceiro ato, você já está cansado, já sabe mais ou menos o que está acontecendo, e o vilão principal é tão tosco e escrachado que nem dá vontade de torcer para a mocinha se livrar dele; você fica tipo: “Ah, claro que ela vai se safar.” A trilha sonora e as ambientações são ótimas, mas, de resto, foi uma decepção. Dito isso, continuo amando X e Pearl. MaXXXine me traz a sensação de: “Então tá, né, pelo menos finalizou.” MaXXXine só se conecta com os outros filmes através de autoreferências, com o tal “I will not accept a life I do not deserve," que é repetido exaustivamente, e, honestamente, perdeu até a graça pra mim, pois colocaram uma desculpa fuleira para a origem da frase...
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PLEASEEEEE, I’M A STAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAR! Isso aqui é elite, isso aqui é uma PRECIOSIDADE! Eu me sinto totalmente representada por esse filme, sendo que sou do interior dos confins de MG e também sonho em ser uma grande estrela… Se você assistiu esse filme só pelo hype e ignorou completamente o primeiro filme da franquia X: A Marca da Morte (resenhado anteriormente aqui), saiba que EU TE ODEIO. Brincadeiras à parte, a atmosfera macabra e sombria de Pearl vem justamente por você ter assistido X primeiro e ter todo o contexto do que está por vir. X seguido de Pearl é uma das melhores experiências cinematográficas que já tive. Se você assistir Pearl antes, ou apenas Pearl e ignorar X, vai parecer que você está vendo um filme de uma doida descompassada que vai endoidando. “Mas Sakura, o filme é basicamente isso.” Sim, mas, com X, você já tem uma base sólida do que está vendo, e não um filme jogado. Enfim, Pearl é um grande filme e um dos melhores que já vi. A tensão psicológica, a sensação de bomba-relógio, e a atuação perfeita de Mia Goth, junto com cenas e monólogos espetaculares, formam uma combinação perfeita. Você se sente dividido sobre a índole da protagonista; sente empatia por ela, como se fosse só mais uma vítima do destino e da mãe, mas, ao mesmo tempo, você pensa: “Ela é ingênua, mas não é inocente.” Das minhas cenas favoritas, eu destaco a briga de Pearl com a mãe, o monólogo no final, e claro, o encerramento icônico que chega a ser assustador! Pearl é simplesmente perfeito; é um dos meus filmes de conforto e o meu favorito da franquia X.
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I'M A F****** STAR! THE WHOLE WORLD'S GONNA KNOW MY NAME! Ai ai… Trilogia X, a melhor descoberta de 2023 (o filme foi lançado em 2022, mas eu assisti no comecinho de 2023). Geralmente é bem difícil eu me render às coisas que estão em alta, mas, neste caso, eu realmente não me arrependo de ter me rendido. Que filme F0D@!! (vou tentar censurar os palavrões, pois creio que o IG está cortando meu alcance…) Mas, vamos lá. Em 1979, um grupo de jovens está viajando estrada afora pelo interior do Texas para gravar um filme p0rn0. Nesse grupo, temos a misteriosa e convencida aspirante a atriz Maxine Minx, seu namorado, um daddy chamado Wayne, que é o produtor; os atores Bobby-Lynne, uma loira padrão da época, e Jackson Hole, um negão de 2 metros; o diretor nerd RJ, e a cinegrafista Lorraine, que é namorada do RJ. Esses seis jovens resolvem alugar uma casa em uma propriedade rural e gravar o filme pornô lá, já que o filme tem essa temática. A sinopse é que duas irmãs de um fazendeiro recebem um entregador de leite, e aí rola o clima; é uma coisa bem exagerada. Ao chegarem na fazenda, eles encontram os proprietários, que são um casal de velhos que estão quase em decomposição, parecem ser centenários. O dono da casa, chamado Howard, recebe-os com uma espingarda, achando que são invasores, mas depois lembra que tinha combinado de alugar a casa dos fundos para eles ficarem. Então eles se alojam e começam a gravação do filme (detalhe: eles não contaram que iam gravar o filme para os donos da fazenda). Porém, quando os anfitriões da fazenda descobrem o que eles estão fazendo, eles têm que lutar por suas vidas, porque os velhos são uns doidos. Eu simplesmente AMO esse filme! É muito bom, um típico slasher misturado com aquelas referências de trash dos anos 70/80. O embate final da final girl com a velha assassina Pearl é ótimo. Tem diálogos muito bons, personagens cativantes e um elenco de peso, como a querida neta da atriz brasileira Maria Gladys, Mia Goth, e a Jenna Ortega (Wandinha).
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