Eu tinha baixado esse filme para assistir junto com uma minha amiga. Aliás, eu baixei um monte de filmes para ver com essa minha amiga… Só que ela é uma insensível e, tipo, acho que ela não liga muito para mim e para minha companhia. Em todas as ocasiões que combinei com ela de vir ver os filmes, ela simplesmente me deu um bolo e inventava desculpas.
Fazer o quê, né? Infelizmente, tem experiências que eu gostaria de compartilhar com algumas pessoas, mas essas pessoas não estão dispostas a compartilhar comigo. Então, sei lá, eu tenho que procurar outras pessoas realmente interessadas ou ter essas experiências sozinha. O que foi o caso com esse filme.
Fiz um bolo de café maravilhoso e comprei uma pizza pequena só para mim. Enquanto comia a pizza, fiquei pensando: o que eu assisto? Aí lembrei que estava com esse filme baixado no meu pen drive e fui assistir.
Agora eu entendo o hype do filme. Esse filme é muito bom!!! Os personagens são tão fúteis, mimados e com problemas distantes da realidade de muitos, porém, ao mesmo tempo, reflete de uma forma tão crua a vida superficial dos jovens de hoje em dia…
Fazia tempo que eu não ficava presa a um filme do início ao fim… Fiquei a todo momento tentando adivinhar quem era o assassino… E quando chegou no final, eu simplesmente fiquei abismada. Tipo, nossa, o final… O plot twist é genial.
E o mais legal é que, basicamente, todos os personagens se odeiam, só que estão lá fingindo que se amam. Aí, quanto mais a pressão psicológica aumenta, mais eles surtam e começam a jogar na cara um dos outros ofensas em forma de verdades, que nossa, é um prato cheio de se assistir. É como ver um castelo desmoronando pouco a pouco, e isso só aumenta a tensão para querer descobrir quem é o bendito do assassino…
Recomendo esse filme, é adorável. Faz jus ao que falam por aí… Apesar de que, quando terminei, fiquei uns 10 minutos pensando “QUE ÓDIO DESSE FILME”.
Em uma época adorável da minha vida, em um canal de edits de música, encontrei um vídeo com uma música cujo nome esqueci, e esse vídeo tinha cenas do filme "I Believe in Unicorns". Acredito que o vídeo não está mais no YouTube por causa de direitos autorais, e isso me faz querer chorar, pois eu realmente tinha um apreço por aquele vídeo.
Enfim, fiquei fissurada por "I Believe in Unicorns" porque tinha a adorável Natalia Dyer de Stranger Things, no começo de sua carreira como protagonista, e ela fazia par romântico com um rapaz lindo que lembrava um homem que eu amei.
Procurei esse filme igual uma doida, tentei até alugar pelo Google, mas não conseguia achar. Até que um dia finalmente consegui assistir a essa obra.
Meu encanto simplesmente morreu depois de ver o filme completo. Não que o filme seja ruim, mas a vibe romântica e fofinha do vídeo do youtube, não era a proposta do filme. Como eu disse, o filme não é ruim, ainda gosto muito dele, só que tem uma vibe triste e pesada, e o final tem uma cena HORROROSA que me deixou traumatizada.
Enfim, neste filme temos Davina, uma jovem sonhadora e imaginativa, super estereótipo de garota INFP, que fica imaginando um mundo ideal onde existem unicórnios. Ela também gosta de fotografia. Um dia, ela fotografa um bad boy cabeludinho chamado Sterling. A amiga dela diz "não fala com ele, ele não presta", então ela vai lá e fala com ele, ele a ignora e ela fica triste.
Porém, no outro dia, ela chega nele de novo e fala "e aí, vai ficar me tratando mal?" Aí o cara muda de opinião magicamente e diz "ai, desculpa, eu tava num dia ruim, tenho interesse sim". Então, eles ficam juntos e depois embarcam num romance fofo, no qual entram em um carro, e Davina simplesmente abandona a mãe dela, que tem necessidades, para partir sem rumo com o amado que acabou de conhecer.
Depois de muitos momentos fofos, Davina começa a pensar nas consequências do que fez, e então, todo aquele amor do “relacionamento” começa a ir por água abaixo e Davina conhece a verdadeira face de Sterling.
A primeira vez que eu assisti esse filme, eu deveria ter por volta de uns 15/16 anos e achei simplesmente um TÉDIO. Fiquei tipo “nossa, que filme chato"
Passaram-se alguns anos, a dona Lorde lançou o novo álbum dela, "Melodrama", e eu fiquei viciada nas músicas, principalmente "Perfect Places". Então, o senhor YouTube resolveu me recomendar um edit desse filme com essa música.
Pensei: “Ah, aquele filme chato que eu vi aquela vez com uma música legal, vou ver se combina”. PUTZ… Que edit maravilhosa! Vou dar um jeito de deixar nos fixados para vocês verem. E, vendo o edit, comecei a pensar que o filme parecia legal... Reassisti... E hoje eu simplesmente AMO esse filme.
Bom, resumidamente, três carinhas que existiram na vida real, que foram os precursores da "Geração Beat", se unem para explorar ideias ousadas, que desafiam seu tempo. Allen Ginsberg (Daniel Radcliffe) sai de casa para ir para a faculdade, se sentindo culpado por ter que deixar a mãe. Ao chegar na faculdade, ele começa a questionar os métodos de ensino e acaba conhecendo o loirinho Lucien Carr (Dane DeHaan), um jovem provocador que apresenta Allen ao mundo da contracultura. A amizade dos dois vai crescendo, eles fazem muitas coisas juntos, e Allen se apaixona por Lucien.
Eu tinha dito que eram três carinhas, né? Tem um terceiro carinha que é o Jack Kerouac, que também é um artista e basicamente tem aquele papel de amigo mãezona que apoia e acolhe os outros amigos…
Então somos apresentados a um véio chamado David Kammerer, que aparece para infernizar a vida dos protagonistas, principalmente do Lucien, por quem ele é perdidamente apaixonado. No decorrer da história, o véio acaba sendo assassinado, e a vida desses três jovens muda completamente, pois eles acabam sendo os principais suspeitos de terem matado o véio.
Eu adoro esse filme!
Apesar da caracterização de Dora Aventureira do Robert Pattinson no início do filme e, depois, do fatídico bigodinho… É um filme muito bonito, poético e artístico, sensível...
A química dos dois personagens principais, Salvador Dalí e Federico García Lorca, é de tirar o fôlego. Os dois têm uma química do caramba. Salvador, um excêntrico pintor, se destaca desde o começo por sua personalidade com a cabeça nas nuvens, e Lorca, um poeta protetor e romântico...
Nossa, essa combinação é ó… Um pitelzinho…
O filme nos mostra o desenvolvimento deles se conhecendo, passando os anos, as separações e reencontros, e a ascensão de Dalí como um grande pintor e tal...
É muito adorável as cenas dos momentos dos dois juntos... Também adoro as cartas de amor que Lorca escreveu para Dalí... (Creio eu que são cartas verdadeiras) - (Era tão lindo antigamente quando escreviam cartas de amor... Alguém escreve uma para mim? -qq)
Acho interessante esse ser um filme no qual Robert Pattinson tenta se desvincular de Crepúsculo e vai para um lado mais de época e artístico. Um filme parecido com esse é Versos de um Crime, o qual vou falar na próxima postagem, no qual Daniel Radcliffe tenta se desvincular da imagem de Harry Potter.
Gosto da atuação de ambos em ambos os filmes e, como eu nunca assisti nem Crepúsculo nem Harry Potter, não tive essa sensação de estar vendo o Edward ou o Harry em um universo paralelo. Hihi
O final desse filme é chocante, já vou avisando!
O filme é legalzinho, uma bela jornada... O romance entre os protagonistas é muito leal e bonito...
Mas, de forma geral, não achei tudo isso que falam, não... Talvez seja porque tenho preconceito com gente rica, e as vezes me parece que é um filme sobre as lutas e dificuldades de um garoto mimado. -qqqq.
Tá, o filme tem seus pontos fortes, tem cenas que são interessantes, e o ator que faz o Yves, inclusive, é lindo. Os looks e os desfiles são adoráveis. E o breve arco do triângulo amoroso com Jacques de Bascher é deveras interessante.
Yves era um gênio, criava coisas incríveis, mas era meio transtornado. Sem seu namorado, Pierre Bergé, ele não ia conseguir muita coisa, porque era impulsivo e emocional. Pierre Bergé era a pessoa que o colocava de volta nos eixos e ajudava a administrar a cabeça. Yves era a parte sentimental, e Pierre a parte racional. Ambos juntos eram uma grande dupla...
Mas, no fim, o filme não sai muito do lugar, é meio cansativo e morno de se assistir. A história de Yves, por mais interessante que seja, acho que faltou um pouco mais de ficção e tempo para se tornar algo 10/10. Então, não é ruim, mas também não é o melhor filme sobre artistas que eu já vi...
Ah, e esse filme me despertou a vontade de ver a série Becoming Karl Lagerfeld, que é sobre o “rival” de Yves, e que inclusive tem ele e o Pierré por conta do triângulo amoroso com Jacques de Bascher, o boy do Karl, a série me parece ser bem mais dramática e intensa, então quando eu assistir (um dia) eu trago aqui pra vocês o que eu achei...