Reviews by sakuracardcapeta
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Essa história simplesmente me deixou traumatizada!!!!! Acompanhei quando estava sendo lançada, porque eu estava numa época mais sádica, mas então a autora entrou em hiato e eu simplesmente esqueci que essa história existia. Então, tempos atrás, eu lembrei: “Ah, nossa, e aquele manhwa lá que tinha um sádico loiro e um gostosão moreno”. Fui pesquisar e vi que hoje em dia está até finalizado. Então comecei a reler e, nossa… Assustador, traumatizante… Mas devo dizer que é viciante… Nessa história, um ricasso chamado Cha Wookyung sequestra um professor chamado Byun Minho e faz dele gato e sapato, bate no coitado, transa com ele a hora que quer, e ainda tenta manipulá-lo para que ele fique dependente emocionalmente dele. Sadist Beauty - Side B é um spin-off de Sadist Beauty (que basicamente é a versão hétero, e existe uma história chamada Sadist Beauty - Side A, que é a versão com duas mulheres). Eu não li a história original nem o Side A. Ou seja, eu não faço ideia das motivações do vilão, eu peguei o barco andando e por isso fiquei chocado. Mas, nossa, o Minho deve ter feito algo MUITO RUIM nessas outras histórias, porque ele sofre mais que a Juliette nessa, e eu fiquei com muita dó. Pretendo ler as outras histórias, então volto aqui para dizer se o Minho mereceu ou não (já adianto que não, não tem como defender o doido do Wookyung, eu torci o manhwa inteiro para ele se ferrar). Enfim, em resumo, esse manhwa é puro sadismo (como diz o título) e devo adiantar que é muito pesado. Eu daria uma nota mais baixa porque acho temas assim puro fetiche, maaas, assim como em Obey Me, que tem um plot parecido, a autora sabe desenvolver a história e nos prender. Mesmo nos chocando a cada capítulo, você fica preso querendo saber o que vai acontecer… (Mas achei o final uma palhaçada).
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Para fechar a nossa tríade das séries sobre adolescentes problemáticos, não tem como não trazer Euphoria, que é uma série aclamadíssima nos tempos de hoje e revelou grandes nomes como Sydney Sweeney, Alexa Demie e outros. A primeira temporada é simplesmente perfeita, uma obra de arte. Apesar de eu ter lido em alguns lugares que o autor roubou a estética e o roteiro de uma artista que estava trabalhando com ele e depois simplesmente a demitiu, ficando com todo o crédito. Isso se torna nítido quando pegamos a segunda temporada e vemos que a série tem uma grande queda de desempenho em relação à primeira. Não que a segunda temporada seja ruim, me prendeu do início ao fim e tem plots muito bons, mas cai bastante em relação à primeira, que é perfeita do início ao fim. Os personagens são cativantes, os dilemas são interessantes, os vilões são detestáveis, e temos muitos temas interessantes e pesados como dependência química, bebida alcoólica, dependência emocional, gravidez na adolescência, auto-estima, adolescentes expostas ao OnlyFans e coisas afins. Aborda dilemas com os quais me identifiquei bastante, como adolescentes que usam o Grindr, e como se iludem nesse app tóxico. Tem questões sobre sexualidade e transexualidade. A segunda temporada traz um plot sobre talaricagem. Enfim, essa série é um marco, essencial e influente. Mas eu espero que seja cancelada logo porque tem grandes chances de se estragar, devido às diversas polêmicas e ao fato de o autor ser mesquinho e ter brigado com todo mundo e demitido metade do elenco. Um dos atores faleceu no ano passado. Então, sei lá, talvez seja melhor acabar por aqui ou dar um desfecho logo para não estragar o que já está bom. Ah, a trilha sonora também é um pitelzinho de boa! Paleta de cores, atuações, enredo 10/10. Só não dou 5 estrelas porque o autor boicotou atores na segunda temporada, transformando-os em figurantes, e isso fez uma grande diferença…
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Skam é uma ótima série norueguesa que fez muito burburinho na época em que foi lançada e ganhou várias versões pelo mundo! Foi uma série muito comparada a Skins (da minha postagem anterior), inclusive diziam que Skam era a Skins norueguesa. Apesar de ambas as séries tratarem de adolescentes e terem uma temática parecida, eu sinto que cada uma tem sua essência e sua nuance única. Skins é bem mais pesada que Skam! E, na minha opinião, Euphoria é bem mais parecida com Skins do que Skam. Voltando para Skam, aqui temos quase como uma "Malhação" norueguesa. Mas então você me pergunta: Sakura, você está desmerecendo Skam? Não!! Como eu disse, cada série tem a sua essência!! Skam, apesar de ser uma série um pouco mais leve, ainda continua sendo ótima! Traz personagens icônicos, tramas interessantíssimas, casais cativantes, e é maravilhosa e viciante! Eu tenho um carinho muito grande por Skam. É uma série muito gostosinha de assistir, e cada temporada é focada em um personagem. A cada temporada que passa, você vai ficando cada vez mais preso no universo da série. Cada personagem tem sua característica e seu jeito. A Sana e a Noora são personagens incríveis. O romance do Isak e do Even é de tirar o fôlego. E, apesar de ser uma série dos anos 2010, ainda continua sendo muito atual. Eu recomendo essa série!
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Essa série fez parte da minha adolescência, e me moldou de certa forma. Basicamente foi em sua época o que Euphoria é hoje, influenciando várias tendências e lançando personagens icônicos que até hoje influenciam jovens e adultos. Ganhou uma versão nos EUA que é um fracasso. A série conta com sete temporadas, sendo a última uma especial. A cada duas temporadas acompanhamos uma geração de jovens que estão na sua adolescência e na escola sofrendo os dilemas da adolescência, inclusive o nome da série no Brasil foi traduzido para adolescência flor da pele. Na primeira geração que é a primeira e segunda temporada temos personagens marcantes como o Tony que é um playboyzinho cuzão. Sua irmã Effy que é uma falsa puritana, Cassie uma moça que sofre de transtornos alimentares e parece ser uma doida, Sid um nerdola virgem, Cris um viciado festeiro e outros personagens interessantes. Na segunda geração, que foi da terceira e quarta temporada, Effy retorna como fixa (na primeira geração ela era mais nova e aparecia só as vezes), e temos novos personagens icônicos como o maluco do Cook, a Pandora, e o casal lésbico Emily e Naomi. A terceira geração que é da quinta e sexta temporada é a que tem menos fãs. Talvez seja porque aqui somos introduzidos a novos personagens a quais nenhum deles tem alguma conexão direta com os tão populares personagens da segunda e primeira geração. Mas a terceira geração não é ruim, traz personagens interessantes como a Minnie e a Frankie além do casal fofo formado por Grace uma bailarina e Rich um roqueiro. A série tem um papel parecido com o que Malhação teve no Brasil ou seja contar a história de adolescentes amadurecendo e seus dilemas, só que aqui temos muita DROGA, BEBIDA VIOLÊNCIA, DEPRESSÃO, TRANSTORNO MENTAL, TDAH e um monte de outra coisas leves como gravidez na adolescência e afins. Para mim essa série é um clássico adolescentes. Eu era obcecado na Effy e na Cassie e queria ser como elas. Apesar de um pouco exagerada em alguns temas, não deixa de ser uma série boa emocionante, e que marcou toda uma geração.
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Pose é uma obra-prima! Um presente de Ryan Murphy para a comunidade LGBTQIA+! A série é linda e trata de temas sensíveis e necessários, como transexualidade, homofobia, a epidemia de HIV nos anos 80, e a importância dos “balls” que aconteciam no submundo marginalizado das noites da época e vários outros assuntos! Em Pose, Blanca Evangelista, uma mulher trans, após ser expulsa de sua antiga casa, decide acolher jovens LGBTs que foram expulsos e marginalizados e criar sua própria casa, ensinando a esses jovens seus princípios e valores, orientando-os sobre os perigos da vida, e introduzindo-os ao mundo dos “balls”. Os primeiros filhos acolhidos por Blanca são Angel, uma jovem trans que sonha em ser modelo e se envolve em um caso com um rapaz padrão e casado de Wall Street, e Damon, um rapaz que foi expulso de casa por ser gay e que tem o sonho de se tornar um grande dançarino. A série é linda, linda, linda. A cena de audição do Damon na escola de dança é PURA ARTE. As cenas dos bailes, os temas, os desfiles são PURA ARTE também! Blanca é uma protagonista amável e empática, uma pessoa forte e guerreira. Dá vontade de colocá-la num pote. Ela é uma mulher incrível. O plot dos outros personagens também é super interessante. Temos uma "vilã" simplesmente impecável, Elektra Abundance, a mulher que acolheu a protagonista e desempenhou o papel de mãe. Elektra é uma personagem odiável, mas, ao mesmo tempo, amável, pois ela é simplesmente uma diva imbatível que esconde um grande coração. Na segunda temporada, fiquei meio sentida com o fato de simplesmente jogarem o romance da Angel no lixo, por conta de que o Evan Peters decidiu sair da série. Mas eles conseguem dar a volta por cima, e trama é o que não falta para esses personagens incríveis. A terceira e última temporada é a mais emocionante, na minha opinião, e a que traz assuntos mais pesados e importantes.
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